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Favela Contra o Golpe

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A Associação de Moradores do Nordeste de Amaralina convoca todos e todas para nosso grande ato "Favela Contra o Golpe". A idéia da organização desse ato é tornar o "#Fora Temer" em um movimento de massa que se espalhe pelos bairros populares e fortaleça as mobilizações para as grandes lutas que virão. No sábado às 15h iremos fazer um "arrastão" pelo circuito "mestre bimba" (circuito oficial do carnaval de bairro) em direção ao final de linha do Nordeste, onde estará o palco principal. Teremos diversas atrações culturais intercaladas com falas e debates políticos sobre a conjuntura atual da cidade (política urbana de ACM Neto) e do país. Em paralelo teremos algumas tendas informando ao público como o golpe afeta a cidade (Rio Vermelho em Ação), como afeta a educação (APLB), e como afeta a saúde (Médicos pela Democracia).

Hamilton Borges fala na CPI sobre extermínio da juventude negra

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Especialistas criticam proposta de redução da maioridade penal

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Por Rafael Tatemoto de São Paulo A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados realizou uma audiência pública nesta terça-feira (24) para debater a PEC 171/93 (Proposta de Emenda Constitucional) da Maioridade Penal.  A admissibilidade do projeto pode ser votado pela Comissão na quarta-feira (25). Mesmo que o relator da proposta, responsável por emitir um primeiro parecer, o deputado Luiz Couto (PT/PB), tenha emitido anteriormente opinião contra a proposta de diminuição da maioridade penal, organizações da sociedade civil e entidades de direitos humanos temem que, por conta da composição Comissão e do próprio Congresso, o projeto avance e seja aprovado. A audiência pública foi requerida pelo deputado petista Alessandro Molon (RJ). Ao pedido dele se somaram os dos deputados Esperidião Amin (PP-SC), Maria do Rosário (PT-RS) e Décio Lima (PT-SC), determinando que a consulta deveria contar também com a participação de dois constitucionalistas, com opiniões...

No Nordeste, jovens negros têm 5 vezes mais chances de morrer

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Os piores índices do país foram registrados na Paraíba – com risco de morte 13,4 vezes maior para negros -, seguida de Pernambuco (11,5) e Alagoas (8,7) Por Maíra Streit Uma pesquisa realizada pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública, a pedido da Unesco e da Secretaria-Geral da Presidência da República, revelou que um jovem negro possui risco de morte 2,5 vezes maior do que um jovem branco no Brasil. O Índice de Vulnerabilidade Juvenil à Violência e Desigualdade (IVJ 2014) mostrou também que, no Nordeste, esse número pode ser ainda mais alarmante. Lá, o jovem negro tem 5 vezes mais chances de morrer. Os piores índices do país foram registrados na Paraíba (com risco de morte 13,4 vezes maior para negros), Pernambuco (11,5), Alagoas (8,7), Distrito Federal (6,5) e Espírito Santo (5,9). Os menores números foram encontrados em Tocantins (1,8), Rio Grande do Sul (1,7), São Paulo (1,5), Santa Catarina (1,4) e Paraná (0,7). Este último é o único estado em que o jovem branco tem pr...

Em cinco anos, polícia brasileira mata mais do que os EUA em 30 anos

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Latuff Os dados fazem parte do Anuário Brasileiro de Segurança Pública, que registrou 11.197 homicídios cometidos por policiais no país; Enquanto isso, a polícia estadunidense registrou 11.090 em 30 anos 10/11/2014 Da Redação Recente levantamento do Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP) que compõe o Anuário Brasileiro de Segurança Pública revela que, em cinco anos, a polícia brasileira levou a óbito ao menos 11.197 pessoas, mais do que a polícia estadunidense ao longo de 30 anos (11.090 pessoas). De acordo com o relatório, a tropa mais letal está no Rio de Janeiro, seguido por São Paulo e pela Bahia. Nestes cinco anos, só em 2012 o Rio ficou em segundo lugar, perdendo para São Paulo, onde foram registradas 583 mortes contra 419 registradas pela polícia carioca. O número de policiais mortos também aumentou de 2012 para 2013 passando de 447 para 490. A média nacional é de 1,34 policial assassinado por dia. Desde 2009, 1.170 agentes foram mortos e a maioria...

"A Bahia está mergulhada num mar de sangue"

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"A Bahia está mergulhada num mar de sangue" Lena Azevedo Nesta entrevista concedida ao blog Negro Belchior, da revista Carta Capital e ao jornal Brasil de Fato, Hamilton denuncia as perseguições sofridas por adotar uma postura intransigente no combate à violência policial 25/09/2014 Por Paula Farias, Jorge Américo e Douglas Belchior De São Paulo (SP) Em entrevista exclusiva, Hamilton Borges comenta as perseguições sofridas após a realização da II Marcha Nacional Contra o Genocídio do Povo Negro. Reação contra o racismo e a violência estatal virou incômodo para o Estado. Desde o dia 22 de agosto de 2014 ficou mais difícil ao Estado brasileiro esconder os mortos e encarcerados que antes não passavam de números para as organizações de direitos humanos e para os institutos de pesquisas. Esta é a avaliação de Hamilton Borges, um dos organizadores da II Marcha Nacional Contra o Genocídio do Povo Negro, que colocou mais de 60 mil pessoas nas ruas par...

AMNA convoca Região Nordeste de Amaralina para a marcha!

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A AMNA convoca todos e todas à marchar contra o genocídio do povo negro, que acontecerá no dia 22/08 (próxima sexta-feira) às 15:00 h no Campo Grande. Entendemos a importância deste ato político, um ato de resistência, uma forma de reagir contra o que aconteceu e continua acontecendo com os negros deste lugar. O braço armado do Estado continua a assassinar sistematicamente a população negra. A região Nordeste de Amaralina (Vale das Pedrinhas, Chapada do Rio Vermelho, Santa Cruz e Nordeste), comunidade formada por 89% de negros e pardos, segundo o censo do IBGE 2010, tem uma longa lista de crianças e jovens que foram executados por esta instituição facínora, e por isso, agora é convocada a reagir. #REAJA!