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Seguimos na luta!

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  Uma batalha vencida!! Esse é o sentimento da população do Nordeste de Amaralina na defesa da Unidade de Saúde de Santa Cruz. A comunidade está se unindo cada vez mais para construir um bairro, uma cidade, um país, um mundo cada vez melhor para nós! Esse ato foi uma resposta ao descaso com que a saúde na região Nordeste de Amaralina vem sendo tratado. A Unidade Básica de Saúde de Santa Cruz, está funcionando precariamente. Estão havendo diversas tentativas do poder público municipal, através da Secretaria Municipal de Saúde, para fechá-la, fato que é uma afronta à nós cidadãos pagadores de impostos! Nós pagamos impostos caros para manter com qualidade os serviços públicos e reivindicamos que sejam dignos de prestação de atendimento para a população, inclusive a quem mais precisa, cumprindo assim, o princípio legal da EQUIDADE, ou seja, saúde de qualidade para todos!!. A Constituição Federal está explicitando o DEVER DO ESTADO em prover saúde de QUALIDADE p...

Rua do Gás, problema crônico

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Alguns até dizem que é culpa dos moradores que jogam o lixo fora da caixa e etc. Mas ficam as seguintes perguntas... Será que nós, os moradores fomos conscientizados (pela empresa de coleta, L impurb, etc) quanto à questão da educação ambiental? (Porque nossos colégios públicos de ensino precário COM CERTEZA NÃO FIZERAM ISSO) Será que a caixa de lixo tem a dimensão apropriada para acondicionar a demanda de lixo que recebe? Será que não seria possível fazer um simples estudo pra se calcular essa demanda? Será que a coleta periódica (de 5 em 5 dias) realmente resolve? Será que existe alguma preocupação da Revita, Vega, Embasa, Limpurb, Prefeitura ou Governo do Estado pra resolver essa situação? Será esse problema não diz respeito só ao lixo mas à drenagem pluvial e o esgoto dessa região, que é fundo de vale, onde não existe drenagem e o sistema de esgoto é SUBDIMENSIONADO? Será que os gestores que vão e que vêm se preocupam realmente com esse local, essa comunidade, ao invés de ficar...

A situação de abandono dos bairros populares de Salvador e o caso do Nordeste de Amaralina

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Foto: Rua do Gás, Vale das Pedrinhas (Nordeste de Amaralina) A foto acima ilustra apenas uma parte dos problemas que os bairros populares de Salvador estão sofrendo.  Caos e abandono imperam nesses lugares esquecidos pelo poder público, em especial, o poder público municipal. A administração do prefeito ACM Neto já vem fazendo intervenções na cidade há algum tempo, principalmente nas localidades onde habitam as classes médias e altas da cidade. Além das propagandas da prefeitura na TV, outdoors e outros meios, manchetes de jornais periodicamente exibem as cifras exorbitantes em projetos de requalificação urbana, mobilidade e etc (o último foi o projeto de requalificação da orla da Barra, orçado em cerca de 50 milhões!). No entanto, visivelmente vem “esquecendo” dos bairros populares deixando-os a mercê do tempo. Nada novo até aqui, visto a administração Neto, segue a mesma linha do seu falecido avô, voltada para as elites, empresários do ramo imobiliário e de transportes. A...

Etnografia do “rolezinho

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A AMNA reproduz o texto de Carta Capital  por achar uma interessante análise sobre os "rolezinhos", assunto que está causando diversos debates atualmente. Lembrando que haverá um grande "rolezinho" aqui em Salvador no dia 1º de fevereiro, para mais informações basta ir na página do evento no facebook . Segue o texto abaixo: O ato de ir ao shopping é político: porque esses jovens estão se apropriando de coisas e espaços que a sociedade lhes nega dia a dia por Rosana Pinheiro-Machado —  publicado  15/01/2014 08:59,  última modificação  15/01/2014 10:54 Rosana Pinheiro-Machado As marcas são objeto de desejo Leia também Não é só pelos bailes funks "Rolezinhos" se espalham pelo País A fala de Haddad e o silêncio de Dilma Quem mexeu na minha praça de alimentação? Juízes divergem em decisões sobre "rolezinhos" Em 2009, eu e minha colega e amiga, Lucia Scalco, começamos a estudar o fenômeno dos  bo...

Denúncia do genocídio revelou face mais violenta do racismo

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Anualmente morrem 139% mais negros do que brancos na faixa dos 15 a 24 anos 10/01/2014 Daniele Silveira de São Paulo (SP) Enquanto as pautas relacionadas às ações afirmativas caminham a passos lentos, a violência contra jovens negros continua em alta e com respostas tímidas do Estado. A reivindicação pela desmilitarização da polícia ganhou força nas ações do movimento negro este ano e está entre as principais exigências das organizações que atuam na periferia. As vítimas de homicídios no Brasil apresentam um perfil em comum. Segundo dados do Ministério da Saúde, 53% são jovens. Desses, mais de 75% são negros. A situação é confirmada pelo Mapa da Violência 2012. O estudo indica que entre 2001 e 2010 o número de vítimas brancas, de 15 a 24 anos, caiu 27,5%, enquanto o índice de negros assassinados aumentou 23,4%. Anualmente morrem 139% mais negros do que brancos na faixa dos 15 a 24 anos. Débora Maria, coordenadora do movimento Mães de Maio, que organiza familiares de jove...

Cine Maloca reexibe o documentário Menino Joel neste sábado (14/12)

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O documentário Menino Joel será exibido mais uma vez pelo projeto CineMaloca no sábado (30), às 19 horas, em área aberta no Vale das Pedrinhas No próximo sábado (14), o Cinemaloca exibirá o documentário Menino Joel, na praça Ana Sirone, no Vale das Pedrinhas. Com início marcado para as 19 horas, a sessão é mais uma iniciativa do Cinemaloca, em conjun to com a Associação de Moradores do Nordeste de Amaralina (AMNA), de promover a discussão sobre a violência no bairro, sobretudo a perpetrada pelas forças de repressão do estado. Joel No dia 22 de novembro de 2010, em uma operação desastrada (como de costume), a 40º Companhia Independente de Polícia Militar (CIPM) alvejou, dentro de casa, o garoto Joel da Conceição Castro, à época com 10 anos. Os moradores acusam os policiais de terem chegado atirando indiscriminadamente, além de se recusarem a prestar socorro ao menino, que foi ferido no rosto. O garoto morreu horas depois do ocorrido. Projeto O Cine Maloca é um projeto itinerante de jo...

Fim de semana no parque: vinte anos

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Algumas obras artísticas mudam a história. Este artigo se propõe a discutir um desses casos. A obra em questão é o rap “Fim de semana no parque”, lançado em 1993 pelo grupo Racionais MC s. A obra foi um divisor de águas na forma de pensar um fenômeno social chamado periferia por Tiarajú D'Andrea Os idos da década de 1990, o pensamento neoliberal mostrava-se como uma formidável máquina de produção de consensos. Seu aparato ideológico foi (e é) sumamente eficaz na reverberação de um pensamento único que glorificava o individualismo, o empreendedorismo e o fim dos direitos sociais. Nesse compasso, a burguesia paulistana comemorava a chegada dos produtos importados, dos shoppings e dos condomínios fechados. Por outro lado, esse mesmo neoliberalismo provocava desemprego, precarização do trabalho, privatizações e ataques aos direitos sociais. Formas clássicas de organização política entravam em crise, como os sindicatos e os movimentos sociais. O PT e as comunidades eclesiais...